domingo, 21 de outubro de 2012

Oláááá! Tiveram saudades minhas? Sei que estive ausente durante uns dias mas prometo que agora os Posts   serão mais regulares (pelo menos um por semana ; ) ) Hoje vou falar de um livro que demorei algum tempo a ler (pelos dias não serem maiores) e que finalmente acabei: "Rosa Selvagem" de Patricia Cabot.

          Sinopse: (vou copiar a do livro porque acho que está muito bem escrita) "Como nunca houvera uma mulher que não conseguisse encantar, Edward tinha a certeza de que iria conquistá-la. Mas Pegeen MacDougal não era nem velha, nem criança - era muito mulher, com uma língua aguçada, uns olhos verdes de levar ao inferno e uma sensualidade que o deixava doente. Infelizmente, ela desprezava-o, assim como à ostentação da sua classe social e à falta de consideração que mostravam pelos menos afortunados. Mas, pelo bem do seu sobrinho Jeremy, Pegeen concordou que ambos se mudariam para a propriedade de Edward.
          O risco tornou-se rapidamente aparente. Pois ela sabia que podia resistir ao dinheiro de Edward, ao seu poder, à sua posição... a todo o seu mundo. No entanto, era o seu beijo que prometia ser a sua destruição."

          Personagens:

  • Edward Rawlings - no início não gostava muito da personagem masculina. Tinha ideais dos quais eu não gostava e conseguia ser bastante estúpido. Mas com o passar do tempo foi mudando (acho que é a personagem que tem uma maior transformação de crescimento durante todo o livro).
  • Pegeen MacDougal - adorei a personagem feminina. Era muito diferente para o tempo em que vivia e não tinha medo de dizer o que pensava.

          Minha crítica: Quando este livro saiu, quis imediatamente lê-lo e se já não adivinharam porquê eu digo-vos: este foi o primeiro livro de todos da Meg Cabot a ser editado! (Patricia Cabot era o nome que ela utilizava no início da sua carreira) E como a Meg Cabot é uma das minhas escritoras preferidas tinha de o ler. Li, e mais uma vez, Meg Cabot não me decepcionou. É uma estória engraçada, um bocado diferente para ser um romance histórico, pois algumas personagens são bastante ousadas. É divertido, tem mistério (Pegeen esconde um segredo terrível) e tem uma relação de amor e ódio que vos fará derreter. Não é difícil de ler, a linguagem é acessível e a leitura fluente. Não é como alguns livro de romances históricos que demoram muito tempo a revelar a estória. Este começa logo em ação. Se não forem aquele tipo de leitores românticos podem achar algumas partes repetitivas mas nada a que não consigam sobreviver.

Aconselho este livro a todos aqueles que gostam de romances históricos, estórias românticas e Meg Cabot :P  Boas Leituras = ) 

sexta-feira, 5 de outubro de 2012

Questionário de Proust - Respostas

Oláá! A pedido de uma das minhas mais fieis seguidoras, Sara Silva, vou postar as minhas respostas ao questionário de Proust, que vos mostrei à uns dias atrás.

               - O que mais se destaca do meu caráter? Ser positiva.
               - O meu maior defeito. Ter demasiadas expectativas.
               - A qualidade que mais aprecio num homem. Sensibilidade.
               - A qualidade que mais aprecio numa mulher. Sentido de humor.
            - O que mais aprecio nos meus amigos. O facto de estarem sempre prontos para me ajudar, mesmo parecendo que não. E a imprevisibilidade XD
               - A minha atividade favorita. Ler e ver filmes.
               - A minha ideia de felicidade. Estar 100% bem comigo mesma e à volta dos outros.
               - A minha ideia de infelicidade absoluta. Completamente odiar-me e desprezar-me.
               - Quem gostaria de ser se não fosse quem sou. Alguém completamente diferente a mim.
               - O país onde gostaria de viver. Japão.
               - Os meus autores/livros preferidos. "O Retrato de Dorian Gray" de Oscar Wilde, John Green e Meg Cabot.
                - Os meus artistas de eleição. Woody Allen, Tim Burton e Johnny Depp.
                - Quem são as minha heroínas na vida real? Avó paterna.
                - Quem são os meus heróis na vida real? O meu pai.
                - A minha palavra preferida. Imprevisibilidade (por ser comprida e difícil de dizer)
                - O que mais detesto. Arrogância.
                - Como gostaria de morrer. Depois de completar 100 anos dizendo: "O dinheiro está na..."
                - O meu estado de espírito neste momento. Cansada.
                - O defeito mais fácil de perdoar. Impaciência.
                - O meu lema de vida. Viver no momento.

E agora o texto (está um bocado estranho porque tive de omitir algumas partes que eram mais pessoais):

          Sou positiva e gosto de o ser. O meu maio defeito é desiludir-me facilmente pois tenho o péssimo hábito de criar expectativas em relação a algo que geralmente não corre como eu gostaria. Gosto de ler e ver filmes. Os meus artistas preferidos do cinema são Woody Allen, Tim Burton e Johnny Depp e dos livros são Meg Cabot, John Green e Oscar Wilde. Odeio arrogância, não suporto. As qualidades que mais aprecio em homens e mulheres é o sentido de humor e a sensiblidade, com isso, ficas ligado ao sucesso. Se estiveres 100% bem contigo mesmo também ajuda. Desprezares-te e odiares-te só te vai deixar triste e não vale de muito visto que vais ter de passar a tua vida toda contigo.
          Tenho heróis na vida real, embora tenha tido alguma dificuldade em descobrir quem são. Para mim, heróis não são aqueles que tiveram uma vida espetacular, cheia de perigos e aventuras. Para mim, heroísmo é como encaras a tua vida (cheia de perigos e aventuras) no momento que estás a viver agora e é por isso que os meus heróis são o meu pai e a minha avó paterna.
          Gostaria de morrer no Japão pouco depois de completar 100 anos. No meu leito de morte iria dizer: "O dinheiro está na...". Não completando a frase, iria deixar todos os meus familiares intrigados sobre o paradeiro da minha grande fortuna. Antes disso, irei viver todos os dias futuros com o meu lema de vida: Viver no momento.

Desculpem nestes dias não ter postado muita coisa, tenho andado muito ocupada com a escola mas prometo voltar com novas críticas de livros e muito mais.
Espero que tenham gostado e Boas Leituras =)

domingo, 23 de setembro de 2012

Questionário de Proust

Olá! Hoje trago-vos um questionário chamado questionário de Proust. Este questionário consiste em responder a uma série de perguntas, todas relacionadas com o "EU", que requerem alguma reflexão interior. A segunda parte (e não obrigatória) consiste em elaborar um texto com as respostas que se deu. É um questionário, para alguns, um bocado difícil porque tens de passar uns bons minutos a pensar só em ti :P. Eu não vou por as minhas respostas. Se depois quiserem ver, digam-me nos comentários ;)

          - O que mais se destaca do meu caráter?
          - O meu maior defeito.
          - A qualidade que mais aprecio num homem.
          - A qualidade que mais aprecio numa mulher.
          - O que mais aprecio nos meus amigos?
          - A minha atividade favorita.
          - A minha ideia de felicidade.
          - A minha ideia de infelicidade absoluta.
          - Quem gostaria de ser se não fosse quem sou?
          - O país onde gostaria de viver.
          - Os meus autores/livros preferidos.
          - Os meus artistas de eleição.
          - Quem são as minhas heroínas na vida real?
          - Quem são os meus heróis na vida real?
          - A minha palavra preferida.
          - O que mais detesto.
          - Como gostaria de morrer?
          - O meu estado de espírito neste momento?
          - O defeito mais fácil de perdoar.
          - O meu lema de vida.

E estas são as perguntas. Deixo a quem quiser responder a este questionário mas gostava de ver em especial de: Sara Silva - http://espaazzul.blogspot.pt/
                   Daniela Filipa - http://codigo-adolescente.blogspot.pt/
                   Alexandra Soares - http://imyheartandmyworld.blogspot.pt/
                   Sasha Lopes - http://sashal0pes.blogspot.pt/

Espero que tenham gostado e Boas Leituras = )

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

A Culpa é das Estrelas

Olá! Hoje vou falar do livro "A Culpa é das Estrelas" de John Green!!!!!

          Sinopse: (vou copiar a do livro porque acho que expressa bem a estória) "Apesar do milagre da medicina, que fez diminuir o tumor que a atacara há alguns anos, Hazel nunca tinha conhecido outra situação que não a de doente terminal, sendo o capítulo final da sua vida parte integrante do seu diagnóstico. Mas com a chegada repentina ao Grupo de Apoio dos Miúdos com Cancro de uma atraente reviravolta de seu nome Augustus Waters, a história de Hazel vê-se agora prestes a ser completamente rescrita."

          Minha Crítica: Quando soube que este livro tinha sido editado em Portugal soube que tinha de o ler porque John Green é um dos meus escritores preferidos (também escreveu "À Procura de Alaska" se não se lembram). Este livro preencheu todas as minhas expectativas e muito mais. John Green é um génio com todas as letras. É um livro poderoso que nos deixa a pensar sobre inúmeras questões que temos tendência a evitar mas que estão lá quer queiramos quer não, como: a morte, o esquecimento, o medo de viver... Como sempre, a escrita de John Green é belíssima, simples, fácil de compreender e bastante poética. As personagens são fantásticas e "ganham vida" ao longo do livro. É um bocado mais pesado que "À Procura de Alaska" porque fala de tópicos diferentes mas não deixa de ser tão interessante. O livro fala sobre a forma como se lida com cancro mas é muito mais do que isso (tem outra estória além da principal). Não sei que mais dizer sobre este espantoso livro (não há palavras para o descrever) a não ser: leiam leiam leiam, é espantoso, espantoso!!!

Aconselho este livro a todos, é um livro emocional que não nos deixa indiferentes, uma leitura lindíssima. Boas Leituras = )

quarta-feira, 5 de setembro de 2012

Excertos Preferidos 4


Olá! Hoje trago-vos um novo Post de Excertos Preferidos (desta vez vão ser menos porque não tenho tido muita sorte com os livros que estou a ler ultimamente :P)


  • Safira de Kerstin Gier (segundo livro da trilogia Rubi)
          "Atrás de nós buzinaram furiosamente. O condutor levantou os olhos [do livro] apenas por um momento e pôs o carro em movimento, sem se deixar afastar grande coisa das suas leituras. Eu apenas rezava para que o capítulo não fosse demasiado empolgante."







  • Incarceron de Catherine Fisher (primeiro livro de uma trilogia)
          "... ou será que o homem contém em si mesmo a semente do Mal? Que mesmo se colocado num paraíso perfeito para ele acabe por envenená-lo, lentamente, com os seus ciúmes e desejos? Receio que seja bem possível que culpemos a Prisão pela nossa própria corrupção. E não me excluo a mim mesmo, pois também eu matei e procurei apenas o seu próprio benefício."

          "Cintilavam na noite estival. Espalhavam-se pelo cosmos como pó de prata, como se uma grande mão as tivesse semeado, e o seu mistério encantava a escuridão de veludo.
            Finn sentiu a seu lado o espanto reverencial do velho.
            - São estas as estrelas, Mestre. Mundos, muito distantes, aparentemente pequenos, mas na verdade maiores do que tudo o que conhecemos."


  • A Sério... Estou a Brincar de Ellen Degeneres
         "Carta aos Serviços de Segurança do Centro Comercial
          A Quem de Direito:
          Escrevo em resposta à vossa carta de 3 de março em que citam o meu provável envolvimento naquilo que a vossa empresa denominou de 'O Incidente do Jarrão Partido'.
          Em primeiro lugar, gostaria de cumprimentar a vossa equipa por conseguir localizar-me tão rapidamente, presumo que através da matrícula do meu carro. Garanto-vos que não estava a 'fugir da cena do crime' como é alegado na vossa carta. Estava simplesmente a caminho de um compromisso de que me lembrei subitamente. E a razão porque talvez tenham ouvido as palavras 'Até à vista, paspalhões' quando me fui embora é porque, por acaso, estava a passar uma canção no rádio do meu carro com a letra 'Até à vista paspalhões, adeusinho, seguranças do shopping, vejam lá se conseguem apanhar-me'."


Espero que tenham gostado. Já sabem, deixem-me saber quais são os vossos excertos preferidos e se quiserem que eu faça a crítica do livro da Ellen Degeneres (é o único dos três que ainda não fiz) deixem nos comentários. Boas Leituras =)

domingo, 26 de agosto de 2012

Olá!!! Como todos sabem, os livros que nós, os adolescentes, lemos hoje em dia são tudo trilogias, sequelas, livros relativamente recentes. Mas hoje vou falar-vos de dois clássicos de literatura completamente adequados para a nossa idade que nós temos tendência a não ler por serem antigos. Temos por adquirido que vão ser chatos. Bem, isso é completamente falso!

            - O Retrato de Dorian Gray (Queria só dizer antes de começar que a sinopse deste livro não é propriamente fácil de fazer porque há tanta coisa a acontecer... mas vou fazer o meu melhor) 

          "O Retrato de Dorian Gray" (The Picture of Dorian Gray) é um romance de Oscar Wilde, um grande escritor irlandês do século XIX. O livro foi primeiro publicado em 1891.
         O livro conta a estória de Dorian Gray, um jovem muito bonito que vive numa sociedade londrina aristocrática e que é convidado para fazer de modelo de uma pintura do artista Basil Hallward. Mas, depois de terminar o retrato de Dorian, Basil decide não mostrar a obra pois diz ter posto muito de si naquele quadro. Entretanto, Dorian Gray conhece um amigo de Basil, Lord Henry Wotton, que é intriguista, egoísta e tem umas visões sobre o mundo um bocado artificiais. Henry acaba por convencer Dorian que a beleza exterior é tudo o que importa no mundo (se tiveres beleza tens tudo), que não importa se a pessoa é má, a beleza não trará nenhuns pecados. Um dia, Dorian está a observar o quadro e apercebe-se que o retrato irá ficar para sempre jovem e ele, com o passar do tempo, irá envelhecer. Com isto, Dorian faz "um pacto com o diabo", trocando de alma com o quadro: Dorian ficaria eternamente jovem e o quadro iria envelhecer. Há medida que Dorian (ensinado por Henry) vai cometendo pecados, o seu quadro também se vai tornando numa imagem feia, um monstro horrível...

         Crítica: Não vos posso dizer, a sério não posso mesmo, o quanto gostei deste livro. Foi... INCRÍVEL! Foi o melhor livro que eu li até hoje (e que por acaso me esqueci de pôr no post dos meus livros preferidos... ooopsy ^^'). Havia cenas do livro que simplesmente me causaram totais arrepios. Oscar Wilde é um génio e muito mais. E a estória tem muito impacto: abrange tantas questões como a verdadeira beleza, o preconceito da sociedade, a pureza de uma alma... mas o mais fantástico e original nesta estória é o quadro simbolizar a alma de Dorian... a sério é mesmo genial!

          - Orgulho e Preconceito

         "Orgulho e Preconceito" (Pride and Prejudice) é um livro escrito por Jane Austen (uma das primeiras escritoras conhecidas) e foi publicado pela primeira vez em 1813.
         Conta a estória de Elizabeth Bennet e como o seu orgulho é ferido quando Mr.Darcy (um charmoso mas arrogante cavalheiro) a "insulta" num baile fazendo com que Elizabeth crie preconceitos sobre ele, "baseados nas suas primeiras impressões em relação a ele, e nos mexericos dos amigos". Com isto, Lizzie rejeita todas as investidas que Mr.Darcy lhe faz. Tudo muda quando Lizzie é obrigada a encontrar-se outra vez com ele, enquanto se ocupa dos romances e escandâlos das suas irmãs. É então que as opiniões dela em relação a Mr.Darcy começam a mudar. (um bocadinho do resumo, porque a estória é muito mais)
          Crítica: Este é chamado um romance intemporal porque Jane Austen conseguiu criar uma obra tão genial que ela ainda se adapta à nossa sociedade de agora. É uma comédia, está cheia de aspetos engraçados e românticos. É uma crítica à sociedade, pela maneira como lida com os preconceitos e a riqueza. O que leva muitos jovens a ler este livro é a relação de amor/ódio entre Mr.Darcy e Elizabeth, ou Lizzie que é completamente fenomenal. Os dois começam por estar cheios de orgulho e arrogância um para com o outro mas acabam por se apaixonar perdidamente *.* 




         Conselhos para ler clássicos:

  • Têm de ter paciência. Não vou mentir: há partes que são um bocado lentas mas temos de perceber que naquela época não havia televisão ou internet por isso os livros tinham de descrever tudo até ao mais pequeno pormenor. Mas lembrem-se que no final vale a pena e têm a certeza que querem perder um grande grande livro por causa de umas quantas páginas sem ação mas que estão lindamente bem escritas?
  • Sei que normalmente não gostamos de ver o filme antes e ler o livro depois mas nestes dois casos aconselho.  Embora os livros sejam muito melhores que os filmes, ajudaram-me bastante a ter vontade de ler e a perceber a estória antes de ler (porque começar a ler um clássico sem se conhecer de todo a estória pode-se tornar um bocado complicado). Os dois filmes (O Retrato de Dorian Gray e Orgulho e Preconceito) não são clássicos (foram feitos por volta de 2005-2007; há mais versões mas estas são as mais recentes). O Retrato de Dorian Gray não é muito bom, e é um bocado diferente do livro mas Orgulho e Preconceito é um excelente filme que eu gosto de ver e rever e rever e rever :P

Espero que tenham gostado deste Post. Deixem-me saber nos comentários os clássicos que já leram e se não leram nenhum aqui estão dois grandes exemplos por onde começar e lembrem-se: é só um bocado de paciência para trazer um completo novo mundo para a vossa leitura. Boas Leituras =)




domingo, 19 de agosto de 2012

Trilogia Rubi

Olá!! Antes de falar do último livro que li, o segundo da trilogia "Rubi" chamado "Safira" de Kerstin Gier, queria dar a conhecer uma estória que uma das minhas seguidoras, Sara Silva, começou a escrever. É uma estória bem escrita e até agora estou a gostar do que estou a ler. Se quiserem ver podem fazê-lo no seu blog:  http://thestorytellerworld.blogspot.pt/.

          Sinopse: Gweendolyn Sheperd de 16 anos vive numa família cheia de segredos. Mas Gweendolyn acaba por descobrir que ela própria é um dos maiores segredos da sua família. Quando descobre que é portadora de um gene que há muito corre na sua família que lhe permite viajar para o passado, a vida de Gween muda drasticamente. Em vez de se preocupar com escola, rapazes e problemas da sua idade tem de se ocupar em fechar o círculo dos doze Viajantes do Tempo que irá desvendar o maior segredo de toda a Humanidade. Mas ninguém parece saber o que acontece quando o círculo é fechado. E para piorar ainda mais a sua vida, Gween tem de ser acompanhada nas suas viagens ao passado pelo arrogante, sarcástico e bonito Gideon, o portador masculino do gene das viagens do tempo.


         


          Minha crítica: Eu adoro esta trilogia! Tem uma estória simples mas muito bem estruturada e bastou uma leitura das cinco primeiras páginas do primeiro livro da trilogia, Rubi, para ficar apanhada pelas aventuras de Gween. As personagens são fenomenais: Gweendolyn é super divertida e todas as raparigas podem relacionar-se com ela pois Gween ainda tem de lidar com todos os problemas da adolescência; Gideon é o típico rapaz arrogante e arrebatador e o romance que é criado entre ele e Gween é muito divertido pois, o que começa por ser uma relação de ódio, depressa se transforma em algo mais. Outra coisa que me faz gostar muito destes livros é a existência de mistério, crime, ação, aventura e romance. Todas as viagens ao passado podem ser um bocado confusas e requerem um bocado mais de paciência para serem compreendidas (até há algumas coisas que ainda não percebi totalmente). Só há uma coisa que eu não gosto: todos os livros acabam totalmente em aberto, deixando-me com uma vontade profunda em ler a continuação (que só sai daqui a alguns meses, infelizmente :C).

Enfim, aconselho este livro a todos vocês. É divertido e fácil de ler, perfeito para aqueles que estão a entrar agora no mundo da leitura. Boas Leituras =)