domingo, 15 de dezembro de 2013

Caçadores de Sombras 1 e 2

Oláá! : ) 

Deixem-me começar por dizer que tenho montes de posts para fazer mas não tenho conseguido ter tempo para vir aqui ao Blog (agora com as férias isso vai mudar : D).
Hoje trago a crítica dos dois primeiros livros da coleção "Caçadores de Sombras" de Cassandra Claire.

          Sinopse: Clary Fray acha-se uma rapariga normal que pensa nos problemas habituais da sua idade quando, um dia, umas estranhas personagens aparecem e raptam a sua mãe. Clary começa uma jornada em busca da sua mãe e da sua própria identidade e pelo caminho conhece os Caçadores de Sombras (incluindo Jace que se torna o principal interesse amoroso da estória).

          Minha crítica: Sempre tive curiosidade em ler esta coleção mas só me determinei mesmo a começá-la quando soube que a adaptação do filme ia sair. Li o primeiro livro e o segundo, vi o filme. Até agora estou a gostar da coleção e vou continuar a lê-la. 
Para um mundo tão fictício como o que a escritora criou achei impressionante a maneira como ela conseguiu fazer-me acreditar naquilo tudo (o que é raro quando se juntam tantas personagens místicas como acontece nestes livros). Os diálogos estão engraçados, as personagens são muito próprias, cada uma com a sua identidade. Houve alguns pormenores que não gostei como uma reviravolta que há na linha da estória que acho parola e desnecessária, simplesmente porque não é a minha chávena de chá X) (my cup of tea). Não é uma estória muito profunda e em algumas partes achei um bocado "infantil" (aconselho-a mais para os 14-15 anos). Pretendo fazer outro post sobre esta coleção assim que a acabar.


          
          Filme: Vi o filme depois de ler o primeiro livro. Achei a adaptação boa, mudaram algumas partes (mais para o final) porque quiseram manter o ritmo do filme e mostrar um final um bocado diferente para os fãs dos livros (que são a maioria dos fãs dos filmes). Deixo aqui o trailer: 


Resumindo e concluindo, considero estes livros bons para todos os gostos, cheios de ação, aventura, romance, amizade e comédia. Fiquem bem e Boas Leituras =) 

Os Jogos da Fome - Em Chamas (Filme)

Olá!! 

Há pouco tempo fui ver o novo filme dos Jogos da Fome e decidi dizer-vos o que achei e também saber a vossa opinião. 

ATENÇÃO: este post contém spoilers por isso se ainda vais ver o filme ou ler o livro, aconselho a não leres mais.

Gostei muitoo do filme. Achei que a adaptação estava excelente. Não inventaram nada, mantiveram-se fieis à estória. Gostei mais deste filme do que do primeiro, achei o primeiro um bocado entediante e parado mas este tinha um ritmo excelente e não me senti aborrecida em nenhuma das partes. Gostei imenso dos planos de câmara do filme (uma das coisas a que dou muita importância) e aquele início estava lindo (a primeira cena em que a Katniss está agachada na floresta?). A única coisinha que mudava é o facto de na arena não haver grande dúvida da parte do espectador se eles eram mesmo aliados ou se eram inimigos. Não sei se estou a conseguir explicar muito bem mas lembro-me que no livro há uma constante dúvida em relação à lealdade de Finnick e Johanna que no filme não é muito realçada. Achei que podiam ter mudado esse pormenor. Claro que continuo a gostar muito mais dos livros do que dos filmes ;p 


Quero saber se foram ver o filme e se gostaram da adaptação. Boas Leituras =) 

domingo, 17 de novembro de 2013

Texto da Minha Autoria 2

Olá!!
Tudo bem? 
Hoje vou postar outro texto da minha autoria (este mais recente) que faz parte de um livro que eu ando a escrever. Vou postar o epílogo e uma parte do primeiro capítulo e se quiserem posso continuar a postar aqui, se mostrarem interesse.

Epílogo

          Disseram-me que morri. Que o meu coração parou de bater e os meus olhos perderam a cor. Não sei quanto tempo demorou para eu sair da face da Terra. Segundos? Minutos? Milésimas de segundos? Não sei mesmo...
          A última coisa que vi: um Sol. Disso lembro-me bem. Um Sol gigante, maior do que o normal. Um Sol que começa a crescer, começa a engolir casas, pessoas, animais...
          Disseram-nos que este dia ia chegar. Disseram-nos que o Sol nos ia engolir. Ia acabar com tudo.
          Sol. Aquela perfeita combinação de cores, que nos deu aquele calor reconfortante foi o responsável pela nossa extinção.
          Ou talvez tenhamos sido nós. 
          Isso, também não sei...

Primeiro Capítulo

                                                                                                                      Londres, Janeiro de 2012

       Lydia olhava pela janela sentada numa pequena cadeira, vendo a enorme tempestade que se aproximava lá fora. Já tinham passado algumas horas desde que ouvira a notícia na televisão. Ainda podia sentir as lágrimas, agora secas, que tinham escorrido pela sua cara nessa mesma manhã. E bem lá no fundo, Lydia ainda tinha esperança que tudo fosse um terrível engano, um disparate, ou até mesmo uma mentira de mau gosto. 
          Ainda tentava entender porque é que tinha de morrer tão nova. Com os seus 32 anos, a vida de Lydia tinha agora começado a agradar-lhe. Tinha um bom marido, que ansiava vê-la chegar a casa. Eram donos de uma casa só deles, com uma paisagem simpática mesmo quando estava a chover. Tinham ambos empregos estáveis, amigos do trabalho com quem saíam três vezes por semana. Lydia até era bonita com a sua pele clara, as feições bem marcadas, o seu cabelo castanho claro e os seus grandes olhos esverdeados. Ah, nem parecia dela. E agora pensava na sua beleza? Bolas, aquela notícia tinha-a mesmo abalado. 

----------

Espero que tenham gostado. Tenho muitos livros para apresentar com a crítica, alguns deles ainda não acabei de ler mas agora ando completamente vidrada na coleção "Caçadores de Sombras". Acho que vou começar por pôr essa crítica primeiro. Por favor comentem, nem que seja só para dizer que eu sou uma treta por não escrever há imenso tempo no blog. Boas Leituras = )


domingo, 13 de outubro de 2013

* Texto da Minha Autoria *

Olá!! 
Como disse no último post trago aqui um texto que fiz da minha autoria, em pleno teste intermédio de português, há uns anos atrás XD

      "Oiço um barulho forte, estrondoso, no fundo da minha cabeça. Sinto uma sensação de leveza, uma sensação de liberdade. Não aguento mais. Num segundo, abro os meus olhos e vejo o maravilhoso sítio onde fui parar.
      Estou no céu. Num céu, porque este é diferente de todos aqueles que já vi. Aqui não há distinção entre o dia e a noite, não há um Sol nem uma Lua, nem planetas, nem Universo... É um céu estranho, que provoca esta sensação maravilhosa que estou a sentir. Olho para baixo para tentar visualizar a Terra, mas não consigo. Simplesmente desapareceu...
      Num minuto, quero voltar para casa, para o que quer que seja que estava a fazer antes de vir para aqui mas também quero ficar, descobrir este mundo, explorá-lo, desvendar os seus segredos e mistérios.
      A seguir, começo a correr rumo à liberdade. Na minha cara está um sorriso, mas um verdadeiro, sem pressa, sem pressão, sem ter sido imaginado. Corro quilómetros e quilómetros. De repente paro. Deparo-me com um grupo de pessoas de todas as idades. Estão a sorrir e falam em pensamentos. Um deles, um senhor à volta dos sessenta anos, com uma camisa branca, calças brancas e sapatos brancos vem ter comigo e pega-me na mão. Olho para ele e vejo que tem os olhos muito azuis e o cabelo já quase todo branco. Parece-me estranhamente familiar.
      Não sei porquê, lembro-me de uma conversa que tive com a minha irmã quando era pequena. A minha irmã estava a dizer-me que, na sua opinião, o Homem perfeito era um intermédio entre o realista e o imaginário. Seria um Homem não muito realista. Seria um Homem não muito imaginativo.
      Olho para as pessoas que estão à minha volta. Parecem-se com "Homens perfeitos". Aqui não deve existir guerra, ódio, terror. Nada dessas coisas más. Mas será possível existir uma vida sem coisas más?
      Poderia existir algo assim? Uma perfeição tão precisa? Seria o mundo monótono se só existissem coisas alegres? Não seria tudo muito facilitado?
      Dependeremos nós de coisas más para realmente viver?"

E aqui está, sei que não está grande coisa mas espero que gostem ^^ Entretanto vou colocar aqui o mais rápido que conseguir a crítica à coleção "Caçadores de Sombras".
Sei que não tenho postado grande coisa. Não tenho andado com ideias e a falta de comentários tem-me desmotivado :/  Por favor comentem se gostaram do texto, se gostavam que publicasse mais deste género e se já leram os "Caçadores de Sombras" Boas Leituras = )

domingo, 15 de setembro de 2013

Pequena Mudança

Olá!! : )

      Como grande parte das pessoas na Terra que gostam de ler eu também gosto de escrever. Tenho alguns pequenos textos aqui e ali que escrevi para a escola mas também para prazer e orgulho pessoal. Já pensei em publicá-los aqui no blog mas não sei se vocês iriam gostar. O que me dizem? ^^ Comentem e Boas Leituras =)

quarta-feira, 14 de agosto de 2013

Leituras de Verão

Hey! O blog tem andado parado mas com as férias e assim não tenho tido muito tempo para escrever. Mas agora já está tudo mais calmo. Ando um bocado atrapalhada porque estou a ler muitos livros ao mesmo tempo e para tornar as coisas mais simples gostava de saber de que livros é que querem ver a crítica. Os livros que estou a ler são:


  • Onze de Mark Watson 











  • A Bruxa de Oz de Gregory Maguire













  • Insurgente de Veronica Roth (2.º livro da saga Divergente)












  • Maze Runner de James Dashner 











E pronto, estes são os livros que estou a ler neste momento. Qual é que gostavam de ver aqui no blog? Já leram algum deles? O que estão a ler para leitura de verão? Comentem e Boas Leituras = ) 


domingo, 21 de julho de 2013

The Dancing Mind

Olá! Há algum tempo atrás fiz um concurso de tradução na minha escola e queria partilhar o texto que tinha de traduzir com vocês : ) (o texto está em inglês mas eu pus a minha tradução em baixo):

      "There is a certain kind of peace there is not merely the absence of war. It is langer than that. The peace I am thinking of is not at the mercy of history's rule, nor is it a passive surrender to the status quo. The peace I am thinking of is a dance of an open mind when it engages another equally open one - an activity that occurs most naturally, most often in the reading/writing world we live in. Accessible as it is, this particular kind of peace warrants vigilance. The peril it faces comes not from the computers and information highways that raise alarm among book readers, but from unrecognized, more sinister quarters. 
      I want to tell two little stories - anecdotes really - that circle each other in my mind. They are disparate, unrelated anecdotes with more to distinguish each one from the other than similarities, but they are connected for me in a way that I hope to make clear. 
      The first I heard third or fourth-hand, and although I can't vouch for its accuracy, I do have personal knowledge of situations exactly like it. A student at a very very prestigious university said that it was in graduate school while working in his Ph.D that he had to teach himself a skill that he had never learned. He had grown up in an affluent community with very concerned and caring parents. He said that his whole life had been filled with carefully selected activities: educational, cultural, athletic. Every waking hour was filled with events to enhance his life. Can you see him? Captain of a team. Member of the Theatre Club. A Latin Prize winner. He gets the best grades, is a permanet fixture in the honor roll, gets into several of the best universities, graduates, goes on to get a master's degree, and now is enrolled in a Ph.D program at this first-rate university. And it is there that (at last, but fortunaly) he discovers his disability: in all those years he had never learned to sit in a room by himself and read for four hours and have those fours hours followed by another four without any companionship but his own mind. He said it was the hardest thing he ever had to do, but he taught himself, forced himself to be alone with a book he was not assigned to read, a book on which there was no test. He forced himself to be alone without the comfort or disturbance of telephone, radio, television. To is credit, he learned this habit, this skill, that once was part of any literate young person's life. 
      The second story involves a first-hand experience. I was in Strasbourg attending a meeting of a group called the Parliament of Writers. It is an organization of writers committed to the agressive rescue of persecuted writers. After one of the symposia, just outside the doors of the hall, a woman approached me and asked if I knew anything about the contemporary literature of her country. I said no; I knew nothing of it. We talked a few minutes more. Earlier, while listening to her speak on a panel, I had been awestruck by her articulateness, the ease with which she moved among languages and literatures, her familiarity with histories of nations, histories of criticisms, histories of authors. She knew my work; I knew nothing of hers. We continued to talk, animatedly, and then, in the middle of it, she began cry. No sobs, no heaving shoulders, just great tears rolling down her face. She did not wipe them away and she did not loosen her gaze. "You have to help us" she said. "You have to help us. They are shooting us down in the street." By "us" she meant women who wrote against the grain. "What can I do?" I asked her. She said, "I don't know, but you have to try. There isn't anybody else."
      Both of these stories are comments on the contemporary reading/writing life. In one, a comfortable, young American, a "successfully" educated male, stunned and hampered by the inadequacy of his fine education, resorts to autodidactic strategies to move outside the surfeit and bounty and excess and (I think) the terror of growing up vacuum-pressured in this country and to learn a very old fashioned skill. In the other, a spendidly educated woman living a suffocating regime writes in fear that death may very well be the consequence of doing what I do: as a woman to write and publish unpoliced narrative. 
      Both stories fuse and underscore for me the seriousness of the industry whose sole purpose is the publication of writers for readers. Underneath the cut of bright and dazzling cloth, pulsing beneath the jewelry, the life of the book world is quite serious. Its real life is about creating adn producing and distributing knowledgem, about making possible for the untitled as well as the as the dispossessed to experience one's own mind dancing with another's; about making sure that the environment in which this work is done is welcoming, supportive. It is making sure that no encroachement of private wealth, government control, or cultural expediency can interfere with what gets written or published. That no conglomerate or political wing uses its force to still inquiry or to reaffirm rule.
      Securing that kind of peace - the peace of the dancing mind - is our work, and, as the woman in Strasbourg said, "There isn't anybody else"."
                                                                                                                               Toni Morrison

      Existe uma certa espécie de paz que não é só a ausência de guerra. É mais do que isso. A paz em que estou a pensar não está à mercê do domínio da história, nem uma rendição passiva ao status quo. A paz em que estou a pensar é uma dança de uma mente aberta quando se une a outra igualmente aberta - uma atividade que ocorre naturalmente, a maior parte das vezes no mundo de leitura/escrita em que vivemos. Embora acessível, este tipo particular de paz justifica que haja vigilância. O perigo que enfrenta não vem de computadores ou auto-estradas de informação que aumentam o pânico entre os leitores, mas de espaços mais sinistros e desconhecidos.
      Quero contar duas pequenas histórias - episódios na verdade - que se misturam ambos na minha mente. São episódios diferentes e disconexos com mais distinções do que semelhanças, mas, para mim, estão conectados de uma maneira que espero tornar clara.
      A primeira ouvi-a em terceira ou quarta mão, e apesar de não conseguir garantir fiabilidade, tenho um conhecimento pessoal em situações exatamente como estas. Um estudante de uma universidade muito prestigiada disse que foi enquanto estudante universitário a trabalhar no doutoramento que teve de ensinar a ele mesmo uma capacidade que nunca tinha aprendido. Ele tinha crescido numa comunidade rica com pais muito interessados e cuidadosos. Disse que toda a sua vida tinha estado cheia de atividades cuidadosamente selecionadas: educacionais, culturais, desportivas. Cada hora estava repleta de eventos para melhorar a sua vida. Conseguem imaginá-lo? Capitão de equipa. Membro do Clube de Teatro. Premiado a Latim. Recebe as melhores notas, é um elemento permanente do quadro de honra, entra dentro das melhores universidades, licencia-se, prossegue para conseguir mestrado e agora está envolvido num programa de doutoramento numa universidade de topo. E é aí que (por último mas felizmente) descobre o seu ponto fraco: em todos aqueles anos ele nunca tinha aprendido a estar sentado numa sala sozinho e ler durante quatro horas e ter essas quatro horas seguidas por mais quatro sem qualquer companheiro além da sua mente. Disse que foi a coisa mais difícil que alguma vez teve de fazer, mas ensinou-se, forçou a si próprio a estar sozinho com um livro que não estava encarregue de ler, um livro para o qual não havia nenhum teste. Ele obrigou-se a estar sozinho sem o conforto ou a perturbação do telemóvel, rádio, televisão. Por seu mérito, aprendeu este hábito, esta capacidade, que uma vez fez parte da vida de qualquer homem alfabetizado. 
      A segunda história envolve uma experiência em primeira mão. Estava em Estrasburgo a assistir a uma reunião de um chamado Parlamento de Escritores. É uma organização de escritores empenhados no resgate agressivo de escritores perseguidos. Depois de um dos simpósios, mesmo do lado de fora das portas do hall, uma mulher aproximou-se de mim e perguntou se eu sabia alguma coisa sobre a literatura contemporânea do seu país. Eu disse que não; não sabia nada sobre isso. Falamos durante mais alguns minutos. Antes disso, enquanto estava a ouvi-la falar no painel, tinha ficado intimidada pela clareza com que falava, a facilidade com que se mudou entre línguas e literaturas, a sua familiaridade com histórias de nações, histórias de críticas, histórias de autores. Ela conhecia o meu trabalho, eu não sabia nada sobre o dela. Continuamos a falar, animadamente, e depois, no meio disso tudo, começou a chorar. Nenhuns soluços, nenhuns abanares de ombros, apenas grandes lágrimas a cairem pelo seu rosto. Não as enxugou nem perdeu o seu olhar. "Tens de nos ajudar" disse ela. "Tens de nos ajudar. Estão a disparar para nós na rua." Por "nós" ela queria dizer as mulheres que escreviam contra a corrente. "O que é que posso fazer?" perguntei-lhe. Ela disse, "Não sei, mas tens de tentar. Não há mais ninguém".
      Ambas estas histórias são comentários sobre a vida da leitura/escrita contemporânea. Numa, um Americano jovem e confortável, um rapaz "bem sucedido" e culto, [...] estupefacto e prejudicado pela inadequação da sua educação refinada recorre a estratégias autodidatas para sair do luxo, da recompensa, do excesso e (penso eu) do terror de crescer pressionado neste país e para aprender uma capacidade muito antiquada. Na outra, uma mulher esplendidamente instruída a viver num regime sufocante escreve com medo de que a morte possa vir a ser a consequência de fazer o que eu faço: como uma mulher que escreve e publica narrativas não censuradas.
      Ambas histórias fundem e realçam para mim a seriedade da indústria cujo único objetivo é a publicação de escritores para leitores. Debaixo do corte do pano brilhante e ofuscante, a pulsar debaixo das jóias, a vida do mundo do livro é bastante séria. A sua vida real consiste em criar e produzir e distribuir conhecimento; consiste em tornar possível para os sem títulos como para os despojados experienciar uma dança da própria mente com outra pessoa; consiste em certificar que o ambiente em que este trabalho é feito é acolhedor, solidário. É ter a certeza de que nenhuma invasão de riqueza privada, controlo do governo ou conveniência cultural podem interferir com o que é escrito ou publicado. Que nenhum conglomerado ou partido político usa a sua força para instalar inquéritos ou reafirmar regras. Garantir esse tipo de paz - a paz da mente dançante - é o nosso trabalho, e, como disse a mulher em Estrasburgo, "Não há mais ninguém".
                                                                                                       Traduzido por Mara Pinto

Bem, espero que tenham gostado ^^ Não ando a receber muitos comentários, o que me deixa um bocado triste :c Contem-me das vossas leituras, do que acham do post, do texto, o que quiserem ^^ Boas Leituras = )